Concerto 220º aniversário da elevação de Oliveira de Azeméis a concelho

O Cineteatro Caracas promove, no dia 05 de janeiro de 2019 pelas 21h30, o concerto de comemoração do 220º aniversário da elevação de Oliveira de Azeméis a concelho com um concerto do fadista Marco Rodrigues antecedido de uma atuação da Academia de Dança “Meia Ponta”.

Entrada: Gratuita mediante levantamento do bilhete (válido á lotação da sala)

Informações: 256 682 408 (Cineteatro Caracas)

O Cineteatro Caracas promove, no dia 05 de janeiro de 2019 pelas 21h30, o concerto de comemoração do 220º aniversário da elevação de Oliveira de Azeméis a concelho com um concerto do fadista Marco Rodrigues antecedido de uma atuação da Academia de Dança “Meia Ponta”.

Entrada: Gratuita mediante levantamento do bilhete (válido á lotação da sala)

Informações: 256 682 408 (Cineteatro Caracas)

Sinopse:
Marco Rodrigues, acaba de lançar um novo disco “Copo meio Cheio” e o single “O Tempo”, escrito e composto por Diogo Piçarra, é já um sucesso, com mais de 7 MILHÕES de visualizações.

O álbum sucede a “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino na categoria de melhor álbum folk.
E, se em “Fados do Fado” Marco Rodrigues lançava pela primeira vez um disco sem qualquer tema original, numa homenagem aos homens do fado, neste novo disco traz-nos o oposto.
Não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.
Para este novo disco, Marco Rodrigues rodeou-se de novos compositores e letristas da música pop nacional.  Alguns dos compositores e autores desta nova geração com que agora gravou, são bem surpreendentes uma vez que se estrearam na escrita para fado. Alguns temas não são fados, mas a alma do fado é trazida pela interpretação de Marco Rodrigues.
Da lista de compositores e autores fazem parte nomes como: Carlão, Diogo Piçarra, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins, Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), Boss AC, ou os ÁTOA, entre outros.
O primeiro single a ser conhecido é o “Fado do Cobarde”, um fado fresco com uma letra irónica, fruto da composição e escrita de João Direitinho e Guilherme Alface dos ÁTOA. Convidar uns miúdos de 20 anos para escrever um fado (composição e letra) à partida poderia parecer absurdo, mas a verdade é que o fado não é estranho a João Direitinho, estudante no Conservatório de Évora desde os 6 anos, e que começou a sua atividade profissional aos 16 anos como viola fado na Casa de Fado Maria Severa em Évora, a sua cidade Natal.
No novo álbum, Marco Rodrigues fez questão de não deixar de fora o fado tradicional, que ganha nova vida com letras de Luísa Sobral, Capicua e Carlão.
Marco Rodrigues é dono de uma carreira sólida no Fado, com dois prémios da Grande Noite do Fado, um Prémio Revelação Amália Rodrigues, duetos em disco e em palco com grandes nomes como Carlos do Carmo, Mariza ou Maria Gadu, a curadoria artística de uma das mais conceituadas casas de fado de Lisboa e o reconhecimento do público e da imprensa em Portugal e no estrangeiro.
Em palco Marco Rodrigues é acompanhado pelo tradicional trio de guitarras de fado (guitarra portuguesa, viola e baixo acústico) ao qual junta a sua própria guitarra e por bateria e percussão.

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